sábado, 28 de fevereiro de 2009
PROCISSÃO DA PALAVRA
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Ano Paulino - Formação Bíblica
Com a sala totalmente ocupada, com a presença de meia centena de pessoas, o Fr. Acácio ajudou-nos a reflectir sobre S. Paulo. Para nos ajudar, entregou a todos os participantes o seguinte esquema:
A. Acolhimento e oração inicial
B. De Damasco a Antioquia
1. A saída de Damasco
2. Paulo e Pedro
3. Antioquia
C. Estudo dos textos
1. Origem do Evangelho de Paulo
Gl 1,11-17: Com efeito, faço-vos saber, irmãos, que o Evangelho por mim anunciado, não o conheci à maneira humana; 12pois eu não o recebi nem aprendi de homem algum, mas por uma revelação de Jesus Cristo.
0uvistes falar do meu procedimento outrora no judaísmo: com que excesso " perseguia a Igreja de Deus e procurava devastá-la; ue no judaísmo ultrapassava a muitos dos compatriotas da minha idade, tão zeloso eu era das tradições dos meus pais.
Mas, quando aprouve a Deus — que me escolheu desde o seio de minha mãe e me chamou pela sua graça - revelar o seu Filho em mim, para que o anuncie como Evangelho entre os gentios, não fui logo consultar criatura humana alguma, nem subi a Jerusalém para ir ter com os que se tornaram Apóstolos antes de mim. Parti, sim, para a Arábia e voltei outra vez a Damasco.
2. Comunhão com Pedro (Gl 1,18-24; Act 9,26-30)
Gl 1, 18-24: A seguir, passados três anos, subi a Jerusalém, para conhecer a Cefas, e fiquei com ele durante quinze dias. Mas não vi nenhum outro Apóstolo, a não ser Tiago, o irmão do Senhor. 0 que vos escrevo, digo-o diante de Deus: não estou a mentir.
Seguidamente, fui para as regiões da Síria e da Cilicia. 22Mas não era pessoalmente conhecido das igrejas de Cristo que estão na Judeia. 23Apenas tinham ouvido dizer: «Aquele que nos perseguia outrora, anuncia agora, como Evangelho, a fé que então devastava.» 24E, por causa de mim, glorificavam a Deus.
Dirigia-se também aos helenistas e discutia com eles, mas estes planeavam a sua morte. 300s irmãos, porém, ao saberem disto, levaram-no para Cesareia e fizeram-no seguir para Tarso. (Act 9,26-30)
3. Concílio de Jerusalém (Act 15,1-2.4-5; Gl 2,1-3.7-10; Act 15,7-11)
1 Act 15,1-2.4-5: 1Alguns que tinham descido da Judeia ensinavam aos irmãos: «Se não vos circuncidardes, de harmonia com o uso herdado de Moisés, não podereis ser salvos.» 2Depois de muita confusão e de uma controvérsia bastante viva de Paulo e Bamabé contra eles, foi resolvido que Paulo, Bamabé e mais alguns outros subissem a Jerusalém para consultarem, sobre esta questão, os Apóstolos e os Anciãos. [...]
"Chegados a Jerusalém, foram recebidos pela igreja, pêlos Apóstolos e Anciãos e contaram tudo o que Deus fizera com eles. 5Levantaram-se alguns do partido dos fariseus, que tinham abraçado a fé, dizendo que era preciso circuncidar os pagãos e impor-lhes a observância da Lei de Moisés.
Gl 2, 1-10: 1A seguir, catorze anos depois, subi outra vez a Jerusalém, com Barnabé, levando comigo também Tito. 2Mas subi devido a uma revelação. E pus à apreciação deles - e, em privado, à dos mais considerados - o Evangelho que prego entre os gentios, não esteja eu a correr ou tenha corrido em vão. 3Contudo, nem sequer Tito, que estava comigo, sendo grego, foi forçado a circuncidar-se.
Act 15,7-11 Depois de longa discussão, Pedro ergueu-se e disse-lhes: «Irmãos, sabeis que Deus me escolheu, desde os primeiros dias, para que os pagãos ouvissem da minha boca a palavra do Evangelho e abraçassem a fé. 8E Deus, que conhece os corações, testemunhou a favor deles, concedendo-lhes o Espírito Santo como a nós. 9Não fez qualquer distinção entre eles e nós, visto ter purificado os seus corações pela fé. 10Porque tentais agora a Deus, querendo impor aos discípulos um jugo que nem os nossos pais nem nós tivemos força para levar? 11Além disso, é pela graça do Senhor Jesus que acreditamos que seremos salvos, exactamente como eles.»
5. Afirmação de Paulo diante de Pedro (Gl 2,11-16)
Quando Cefas veio para Antioquia, opus-me frontalmente a ele, porque estava a comportar-se de modo condenável. Com efeito, antes de terem chegado umas pessoas da parte de Tiago, ele comia juntamente com os gentios. Mas, quando elas chegaram, Pedro retirava-se e separava-se, com medo dos partidários da circuncisão. E com ele também os outros judeus agiram hipocritamente, de tal modo que até Barnabé foi arrastado pela hipocrisia deles, Mas, quando vi que não procediam correctamente, de acordo com a verdade do Evangelho, disse a Cefas diante de todos: «Se tu, sendo judeu, vives segundo os costumes gentios e não judaicos, como te atreves a forçar os gentios a viver como judeus?» Nós, por nascimento, somos judeus, e não pecadores de entre os gentios. Sabemos, porém, que o homem não é justificado pelas obras da Lei, mas unicamente pela fé em Jesus Cristo; por isso, também nós acreditámos em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da Lei; porque pelas obras da Lei nenhuma criatura será justificada.
B. Oração final
Dobro os joelhos diante do Pai,
do qual recebe o nome toda a família, nos céus e na terra:
que Ele vos conceda,
de acordo com a riqueza da sua glória,
que sejais cheios de força, pelo seu Espírito,
para que se robusteça em vós o homem interior;
que Cristo, pela fé, habite nos vossos corações;
que estejais enraizados e alicerçados no amor,
para terdes a capacidade de apreender, com todos os santos,
qual a largura, o comprimento, a altura e a profundidade...
a capacidade de conhecer o amor de Cristo,
que ultrapassa todo o conhecimento, para que sejais repletos,
até receberdes toda a plenitude de Deus.
Àquele que pode fazer imensamente mais
do que pedimos ou imaginamos,
de acordo com o poder que eficazmente exerce em nós,
a Ele a glória, na Igreja e em Cristo Jesus,
em todas as gerações, pelos séculos dos séculos! Ámen.
(Ef 3,14-21)
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
SEMANA DA BÍBLIA TENDA DA PALAVRA

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sábado, 21 de fevereiro de 2009
Tenda da Palavra


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
REUNIÃO DO CONSELHO PAROQUIAL DE PASTORAL
O Conselho Paroquial de Pastoral foi convocado pelo pároco, Frei João Santos Costa, para o dia 19 de Fevereiro. Começou com a oração de Vésperas e Eucaristia às 18,45h, seguindo-se um jantar partilhado. Embora nem todos os conselheiros estivessem presente nesta primeira parte, a reunião começou pelas 20,45h com mais alguns elementos que entretanto chegaram.
Na Agenda deste Conselho constava ouvir e sentir a reacção dos Grupos Paroquiais perante o anúncio da celebração da Semana da Bíblia, com a Tenda da Palavra, a Procissão da Bíblia e o Dia Paroquial da Bíblia, que foi feito na reunião anterior deste Conselho. Pelas ressonâncias dos vários elementos, parece que estão todos na expectativa no que disto irá resultar.
Foi anunciado que passos estão a ser dados para que tudo decorra com dignidade. Também foi dito que o êxito destas acções depende do interesse dos grupos paroquiais e dos paroquianos em geral, já que todos foram informados por meio de um folheto que foi distribuído por todas as casa da paróquia.
Falou-se ainda do programa da Quaresma que vem publicado também o folheto distribuído. Todos os Conselheiros estão empenhados que ele se cumpra.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Semana da Bíblia
Vem aí a semana da Bíblia
Atenção ao programa
1. Sábado – dia 21 – Montagem da tenda da PALAVRA
2. Domingo – DIA 22 – Distribuição, em todas as Missas, de propostas de oração da minha e da tarde para todos.
3. Segunda, Terça e Sexta-feira, dias 23, 24 2 27, na TENDA DA PALAVRA:
– 10,00 horas, leitura continuada de alguns Livros da Bíblia.
– 16,00 horas, continuação da Leitura da Bíblia
– 21,30 horas – Celebração da Palavra na TENDA.
4. Quarta-feira de CINZAS – 19,00 horas – Celebração do Início da Quaresma com a bênção e a imposição das Cinzas.
5. Quinta-feira, dia 26 – 21,30, no 1º Andar – S. Paulo o Apóstolo dos Gentios. Formação Bíblica.
6. Sábado, dia 28 – 15h no Centro Paroquial – PROCISSÃO DA PALAVRA (do centro para a Igreja), com a participação de todos os grupos paroquiais e fiéis.
- 16H30 MISSA NA IGREJA PAROQUIAL.
7. Domingo, dia 1 – DIA DA BIBLÍA.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Pela 3ª vez, o Grupo de Acção Missionária (G.A.M.), reuniu-se nas instalações paroquiais, no 1º andar.
Começamos com uma pequena oração seguida de um breve comentário a um texto de S. Paulo a Timóteo (2 Tim 3,10-17) que nos urge fidelidade às Sagradas Escrituras nas quais fomos educados e onde podemos encontrar os meios adequados “para ensinar, refutar, corrigir e educar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e esteja preparado para toda a obra boa”, feito pelo Fr. Pojeira.
Estiveram presentes o Fr. Acácio, que apresentou e comentou cada uma das imagens, e o Fr. Pojeira, que anima este projecto paroquial.
A próxima reunião ficou marcada para o dia 20 de Março, às 21,30, no mesmo local.
Para já, assumimos o compromisso de animar e sensibilizar a comunidade Paroquial para a realidade missionária da Igreja, em geral, e dos Missionários Capuchinhos, em particular. O 4º Domingo de cada mês ficou consignado como o Domingo de incidência missionária.

Se alguém tem projectos e ideias – dentro desta perspectiva missionária, será bem-vindo.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Candelária - Bênção das Velas

No dia 2 de Fevereiro, seguindo um costume ancestral, fez-se a bênção e a distribuição das Velas na Eucaristia das 19,00 horas. Presidiu o Pároco, Fr. João Santos Costa e, foi solenizada com a presença de alguns membros do Grupo Coral das 12,00 do Domingo.
Esta Festividade celebra a Apresentação de Jesus no templo para cumprir, no que lhe dizia respeito, as prescrições da Lei de Moisés. E Simeão, um ancião, a quem o Espírito Divino revelara que não morreria sem ver realizada a promessa da salvação, ao ver o Menino Jesus, cheio de alegria, exultou e deixou perplexos todos os presentes ao começar a rezar: “Agora, Senhor, segundo a vossa Palavra, podereis deixar partir o vosso servo, porque os meus olhos viram a salvação; luz para se revelar às nações e glória de Israel vosso povo”. A partir desse facto, a Igreja quis simbolizar com a bênção das Velas, a Luz que vem de Jesus e deve iluminar as nossas vidas no nosso dia a dia.
Terminadas as Festas de Natal e fazendo uma espécie de ressonância da forma como o preparamos, vivemos e prolongamos, ocorreu-nos fazer a reflexão que a seguir transcrevemos.
No Advento, tempo propício para preparar o coração para acolher Deus de uma forma mais íntima, terna e comprometida, foram acontecendo momentos de oração, partilha e reflexão. Realce para a Oração da manhã – Laudes – que às 6,30 de cada dia de trabalho os irmãos do caminho neocatecumenal fizeram na Igreja Paroquial, aberta a toda a comunidade; uma maior e melhor participação na Eucaristia, mesmo semanal, a reflexão sobre o Natal, levada a efeito pela Pastoral Jovem, a preparação das celebrações litúrgicas com maior empenho e persistência pelos Grupos Corais. Externamente assim se fez. Interiormente, só cada um poderá avaliar se a sua preparação foi evoluindo em crescendo até à íntima comunhão com o Senhor que nasceu em Belém.
Neste esforço de preparação para o Natal também os Frades Capuchinhos fizeram o seu caminho. Em conjunto com os Frades que vivem em Fátima e na Baixa da Banheira estiveram no Convento do Varatojo, Torres Vedras, todo um dia em reflexão. O tema da reflexão foi S. Paulo, marcado e apaixonado por Cristo. O conferencista foi o fr. Herculano Alves, Doutor em Sagrada Escritura. Celebramos a Eucaristia, purificndo-nos através do Sacramento da Reconciliação. Foi o dia que nos ajudou a abrir o nosso coração para acolher mais profundamente o mistério da Encarnação.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Homilía do Pároco no Dia de Anos da Paroquia
EU TENHO UM SONHO
Estou a celebrar convosco o aniversário da Comunidade Paroquial pela primeira vez na minha condição de pároco ou como prior como queirais. Prior significa o primeiro entre os pares – o primeiro entre iguais. Não fui eleito por vós para este serviço, mas colocado pelo Espírito Santo à vossa frente para empreender convosco uma caminhada de fé ao encontro do Senhor Ressuscitado, o Senhor que nos dá vida. E como primeiro entre vós, e portanto iguais em responsabilidade, eu tenho um sonho para a nossa paróquia. Pode ser um sonho, mas quem não sonha nada realiza. Gostaria que sonhasseis comigo: No meu sonho eu vejo a nossa paróquia cheia de vida, com cristãos comprometidos na vivência e no anúncio da Palavra de Deus. Uns integrados em grupos já existentes e a trabalhar com muito empenho na Igreja de Jesus Cristo, como sejam: A catequese infantil e da adolescência, os escuteiros, os jovens, as comunidades neocatecumenais, os grupos corais, os leitores e Ministros Extraordinários da Comunhão, os acólitos, os grupo Bíblicos, os Vicentinos, o recem-formado Grupo de Animação Missionária, o Centro Social Paroquial, o Curso de Preparação para o Baptismo e o Curso de Preparação para o Matrimónio, e outros, alguns porém a nessecitar de serem renovados e rejuvenecidos. Mas para além destes eu sonho com a formação de outros grupos com pessoas que ainda não pertencem a nenhum dos actuais, tais como: um bom e comprometido Grupo de Acólitos, crianças, jovens ou adultos para tornarmos as nossas celebrações mais belas; um bem preparado Grupo de Leitores, só leitores - proclamadores da Palavra de Deus; um grupo de teatro religioso ou jograis de Deus para ajudar a viver e emblezar as celebrações liturgicas ou não; um grupo de pessoas interessadas na causa das vocações para formar o Grupo Vocacional Paroquial; Grupos corais em todas as Eucaristias para que os seus cânticos alegrem e afervoam o nosso coração; grupo de novos casais que caminhem com outros casais e os ajudem na preparação do Baptismo dos seus filhos ou na Preparação dos noivos para o Matrimónio; Pessoas seduzidas pelo carisma de S. Francisco que queiram pertencer à família Franciscana iniciando aqui, na paróquia, a Ordem Franciscana Secular; e por fim, a constituição de um grande Grupo de Jovens com uma mística franciscana que pudessem um dia formar um núcleo da JUFRA – Juventude Franciscana. E tudo isto, quanto possível, sem ir roubar gente a outros grupos. Porque o ideal é que as pessoas pertencessem a um só grupo com o seu carisma próprio. Quando muito a um outro de acção ou reflexão. E direis: onde vamos buscar pessoas para tudo isto? Gente existe, só é preciso que se deixem guiar pelo Espírito de Deus porque será Ele a chamar e a escolher.Tudo isto pode ser apenas um sonho, mas o sonho ou a utopia comanda a vida.
(Parte da Homilia no dia do Aniversário da Paróquia - 1 de Fevereiro de 2009)
Frei João Santos Costa